segunda-feira, 9 de abril de 2007
ECOmenismo: uma verdade inconveniente – Parte 3
A esta altura é bom fazer dois esclarecimentos:
1. Defender este assunto não significa colocar-se contra a preservação do meio ambiente! Longe disso. Assim como já demonstramos neste blog que a “guerra contra o terrorismo” está sendo usada para limitar as liberdades civis e impor a Nova Ordem Mundial, e nem por isso significa que o cristão deve colocar-se a favor do terrorismo, assim também afirmar que o ECOmenismo é mais uma estratégia para avançar com a Nova Ordem Mundial não significa, em hipótese alguma, que o cristão deve colocar-se contra a preservação do meio ambiente. Que isso fique bem claro a todos! Até porque, ao fazer referência ao ECOmenismo quero com isso dizer: movimento ambientalista de inspiração pagã (centrado na adoração de Gaia, a “mãe Terra” ou “mãe natureza”), que visa criar um consenso mundial em torno do aquecimento global e impor medidas que restringirão as liberdades civis (até religiosas), favorecendo o estabelecimento da Nova Ordem Mundial. Portanto, isso não quer dizer que tudo que envolve a preservação do meio ambiente deve ser rejeitado. Pelo contrário, a despoluição de rios, o controle sobre o desmatamento, a economia no uso da água, e ainda outros temas legítimos ligados à preservação do meio ambiente devem ter o apoio dos cristãos. Digo mais: os cristãos devem ser os primeiros a cultivar essa consciência de preservação, colocando sempre os elementos na ordem certa – Deus, o Criador, e o homem como administrador inteligente dos recursos da natureza (e nunca um escravo ou mesmo adorador dela). Por outro lado, o fato de eu ser vegetariano (e uma das razões de o ser é justamente desestimular a matança indiscriminada dos animais criados por Deus) não faz com que aceite tudo que se ouve por aí a respeito do aquecimento global e das mudanças climáticas.
2. Outro esclarecimento importante a fazer é que o modelo de ordem social coletivista (onde o coletivo sempre é mais importante que o indivíduo) tem se espalhado como doutrina social ao redor do mundo (no passado, foi uma das colunas para erguer o nazismo e o comunismo; e no presente tem sido uma das colunas de sustentação do socialismo, e da futura Nova Ordem Mundial), fazendo com que o “consenso coletivo” seja sempre mais importante e mais desejável que a consciência individual. (Recomendo muito dois textos sobre o assunto em questão (leia aqui e aqui). Por isso, temas como este do “aquecimento global” e da “guerra contra o terrorismo” têm se transformado num verdadeiro campo de batalha, onde se encontram, de um lado, a poderosa mídia mundial (controlada pela “Comunidade Internacional”), atualmente totalmente orientada pelo coletivismo, e do outro, aqueles tantos cidadãos espalhados pelo mundo, que são orientados pela consciência individual, cujas vozes quase nunca se fazem ouvir nos próprios meios de comunicação de massa (por causa da censura deliberada). Compreendendo isso, fica fácil entender também por que os princípios e os valores divulgados atualmente pela mídia (coletivista) estão tão distantes dos valores e princípios da tradição judaico-cristã, visto ser esta orientada pela consciência individual: “Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.” Romanos 14:12.
Portanto, se você é daqueles que acredita sempre na “versão oficial” dos fatos (não estou dizendo com isso que a versão oficial nunca é verdadeira), e não investiga por si só em outras fontes, não analisa os fatos pesando todos os lados da questão, e prefere o mundo confortável do “isso é assim mesmo”, ou “pra que perder tempo se as autoridades no assunto já apresentaram suas conclusões”, ou ainda “esse assunto já esta resolvido”, cuidado! Você pode estar colocando até mesmo seu destino eterno nas mãos do “consenso coletivo”.
Tendo dito isso, voltamos à pergunta inicial: Quem está por trás do ECOmenismo? Quais são os seus interesses? Até que ponto as conseqüências do “consenso mundial” sobre o aquecimento global afetarão os cristãos?
Continua...
Fonte - Blog Minuto Profético
Nota DDP:
Leia as outras partes deste estudo, aqui e aqui.
terça-feira, 17 de abril de 2007
ECOmenismo: uma verdade inconveniente – Parte 5
Durante o evento, Bartolomeu I realizou um ritual (pagão?) ecumênico para abençoar as águas amazônicas: “Foi uma cerimônia incomum. Às 8h55 de ontem em Manaus (9h55 em Brasília), o patriarca Bartolomeu 1º desceu de uma lancha do navio Iberostar Grand Amazon para a balsa Lady Irene, ancorada no encontro das águas dos rios Solimões e Negro, que formam o Amazonas. Com ele, religiosos de quatro confissões cristãs (ortodoxos gregos, católicos, luteranos e anglicanos) e líderes de três etnias indígenas (baniua, tucano e dessana). Todos estavam ali para abençoar as águas amazônicas, em celebração ecumênica pela natureza”.
Quais serão, então, as conseqüências do ECOmenismo para os cristãos? Acredito que a “crise” sobre o aquecimento global vai gerar medidas semelhantes àquelas colocadas em prática após o 11 de setembro: restrição de liberdades civis e até mesmo de liberdades religiosas. Imagine, por exemplo, a repercussão de um pacote de medidas (o que pode acontecer na forma de Lei), onde, entre outras coisas, fosse proposto que um dia na semana (imagine só qual dia seria “escolhido”) ninguém deveria usar seu carro, moto ou caminhão (transporte particular), mas só transporte público. As fábricas deveriam reduzir seu trabalho ou até mesmo suspender por completo a jornada (menos poluição), etc... O mundo todo estaria condicionado para aceitar tal proposta. Outro dia estava conversando com um jovem sobre esse assunto. Quando comentei com ele sobre a possibilidade descrita acima, ele arregalou os olhos e disse: “Pastor! No ano 2005, quando cursava a faculdade de Engenharia Ambiental, um professor defendeu justamente essa idéia em sala de aula!”
Certamente que um simples comentário como esse não pode se transformar numa profecia. A menos, é claro, que a profecia já tenha sido feita. E é justamente esse o ponto central da questão. No livro O Grande Conflito, p. 589 e 590, encontra-se a descrição profética de algo muito parecido com essa realidade que atualmente está surgindo do “consenso mundial” sobre aquecimento global:
“Satanás também opera por meio dos elementos a fim de enceleirar sua messe de almas desprevenidas. Estudou os segredos dos laboratórios da natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus... Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder... Estas visitações devem tornar-se mais e mais freqüentes e desastrosas... E então o grande enganador persuadirá os homens de que os que servem a Deus estão motivando esses males... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta.”
Você percebe? Mais claro, impossível! Os furacões, enchentes, terremotos e outras calamidades naturais serão todos debitados na conta dos servos de Deus, especialmente daqueles que guardam o sábado, e serão usados como argumento para que a “observância do domingo seja estritamente imposta”. Agora você consegue entender por que o relatório do IPCC é contundente ao determinar que a responsabilidade sobre o aquecimento global é exclusiva do homem (cidadão comum)? E por que insiste tanto na mudança do seu “estilo de vida”? Eles só não falam, é claro, que o objetivo final da mudança no “estilo de vida” será o de promover o paganismo através da exaltação do dia de guarda dedicado ao deus sol – o domingo –, isso sim, uma grande verdade inconveniente!
Continua...
Fonte - Blog Minuto Profético
sábado, 16 de abril de 2022
"ECOmenismo: 15 anos depois | o ambientalismo e o decreto dominical"
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
ECOmenismo une setores políticos opostos nos EUA
O líder batista Al Sharpton e Pat Robertson são oponentes políticos em muitos assuntos. No entanto, resolveram também trabalhar juntos pelo ECOmenismo:
O profeta do ECOmenismo, Al Gore, foi entrevistado por Oprah Winfrey, no talk-show mais popular dos EUA. Ao fundo você pode ver a promoção do "Dia da Terra".

NOTA: Quanto tempo está faltando para transformar o "Dia da Terra" anual para semanal (domingo)?
Fonte - Minuto Profético
segunda-feira, 5 de maio de 2008
VEJA adere ao ECOmenismo
Expressões do tipo "é preciso agir agora", "cenário catrastófico", "se nada for feito", "todos concordam", "o mundo não pode se dar ao luxo de ignorar o aquecimento global", "não há tempo para esperar", "o esforço conjunto dos países é o único caminho", "evitar que a Terra se aqueça catastroficamente", serviram de transição num texto completamente comprometido com a visão ECOmênica...
Onde fica o direito de informação dos leitores? Pelo jeito evaporou-se - único efeito, aliás, comprovadamente provocado pelo "aquecimento global".
VEJA, pelo menos, deveria ter informado seus leitores que:
1- Os cientistas que rejeitam a tese oficial sobre o aquecimento global detêm os principais cargos dos institutos científicos mais importantes do mundo. E seus trabalhos são citados e aclamados por toda a comunidade científica.
2- O famoso biólogo Edward O. Wilson (evolucionista), recentemente, defendeu a colaboração entre a ciência (que pode servir a interesses políticos) e a religião para salvar o planeta Terra.
3- O bispo de Roma (evolucionista teísta), representando 1 bilhão de cristãos de todo o mundo, foi chamado pela revista Newsweek de "Papa Verde", além de ter incluído a "poluição ambiental" na lista de "pecados" capitais, e defender a "dimensão ecológica do domingo".
4- A Convenção Batista do Sul dos EUA (criacionista), através do documento "Declaração dos Batistas do Sul Sobre Meio-Ambiente e Mudança Climática", votaram a favor do dever bíblico de deter o aquecimento global. (Como vão fazer isso sem se meter na política é que não ficou claro).
5- Al Gore, o profeta do ECOmenismo, já conseguiu o apoio do pregador conservador Pat Robertson - um ícone da Direita Cristã dos EUA - para sua campanha milionária de conscientização da população norte-americana sobre a "crise climática".
6- A Ong ambientalista WWF (Fundo Mundial para a Natureza), através do projeto "Hora da Terra", já está condicionando a população mundial a abrir mão de sua liberdade em troca da "segurança mundial" (leia-se, combate ao aquecimento global). Esse projeto foi chamado pelo Financial Post de "fascismo light em desenvolvimento".
7- Em uma pesquisa feita em fevereiro de 2007 na Alemanha, 65% dos entrevistados afirmaram ser favoráveis à restrição ao uso de automóveis aos domingos para combater a poluição e as mudanças climáticas (lembre-se da "dimensão ecológica do domingo").
8- Quando o discurso politicamente correto transforma qualquer tema em "direitos humanos", a conseqüência inevitável é colocar a opinião pública contra qualquer um que venha a discordar o mínimo que seja daquilo que ficou convencionado.
9- A indústria do cinema tem colaborado para manter o "medo coletivo" em torno das mudanças climáticas, preparando o mundo para o "efeito manada" (quando todos seguem numa mesma direção irracionalmente) - puro coletivismo.
Esses poucos "detalhes" poderiam deixar os leitores de VEJA mais bem informados...
Fonte - Minuto Profético
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
A paz e o ECOmenismo se beijaram...
Al Gore, derrotado por uma pequena margem de votos na eleição presidencial de 2000, e o Comitê Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC) foram os escolhidos para dividir o prêmio equivalente a 1,5 milhão de dólares. De um total quase recorde de 181 candidatos, o comitê do Nobel optou pelos dois devido aos esforços para chamar atenção para o impacto das atividades humanas sobre o clima.
"É necessário agir agora, antes que as mudanças climáticas saiam do controle da humanidade", afirmou a entidade, advertindo que as mudanças climáticas --capazes de provocar secas, enchentes e a elevação do nível dos oceanos-- poderiam ameaçar as condições de vida no mundo todo, gerar migrações em massa e tornar as guerras mais prováveis. "Desejamos colocar o clima mundial na agenda de forma relacionada com a paz", disse o presidente do comitê, Ole Danbolt Mjoes.
Fonte - Yahoo
Nota Minuto Profético:
O mundo todo está sendo condicionado a aceitar uma espécie de união global para salvar o planeta. Em breve, a "solução final" surgirá: a imposição do descanso dominical; e conforme revela o Apocalipse, essa solução partirá dos EUA. A sociedade já está sendo preparada para aceitar isso desde que o relatório do IPCC foi divulgado no começo deste ano, e muitas vozes se levantaram, a começar pela mais famosa ONG ambientalista, o Greenpeace, defendendo a idéia de que o planeta está com "febre" e precisa de cuidados especiais (e todo mundo sabe que quem está com febre deve descansar). Agora todos podem entender o porquê da mais famosa ONG ambientalista ter esse nome Greenpeace - PAZ VERDE: como observou um dos nossos leitores, "a paz e o ECOmenismo se beijaram"... Se não bastasse isso, outra matéria da BBC Brasil demonstrou a segunda perna sobre a qual o ECOmenismo está apoiado: a segurança global. Assim, é impossível não recordar a profecia bíblica: "Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição" 1Ts 5:3.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Ministra da Dinamarca quer apoio ecológico dos EUA
E sobre a experiência com a auto-suficiência energética de seu país, Hedegaard afirma: “Nos anos 70, sofremos muito com as crises do petróleo. O uso de automóveis chegou a ser proibido nos domingos.”
Curiosamente, esta tem sido a mesma proposta do papa Bento 16 e de movimentos ambientalistas: reservar o domingo para o descanso da "Mãe Terra". Além disso, o papa também já fez seus convites para que os EUA assumam posição de liderança no combate ao aquecimento global. É o ECOmenismo em ação!
Leia mais sobre ECOmenismo aqui e aqui.
Fonte - Michelson Borges
terça-feira, 1 de abril de 2008
Al Gore lança campanha de propaganda de US$ 300 milhões
O objetivo é incitar um debate sobre as alterações climáticas durante as eleições presidenciais dos EUA.Al Gore vai doar uma parte de sua própria fortuna para a campanha. É o dinheiro recebido com o Prêmio Nobel da Paz e uma quantia proveniente dos lucros do livro e do filme "Uma Verdade Inconveniente".
Gore espera persuadir os norte-americanos de que proteger o planeta está acima das divisões políticas habituais. As primeiras propagandas na TV norte-americana devem começar a ser exibidas nesta quarta-feira.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
O original da notícia faz uma afirmação bastante interessante: A de que Gore foi alçado "quase ao status de profeta" contra o aquecimento global. A intenção é fazer uma nova blitz sobre o tema e convencer os americanos sobre a urgência acerca da "Verdade Inconveniente".
Mais interessante ainda, é que em um dos clipes promocionais sutentados por esta nova iniciativa, coloca-se no mesmo sofá o Reverendo Al Sharpton e o pregador conservador Pat Robertson, dois personagens religiosos que não concordam em absolutamente nada, mas que já se alinham sobre a questão do aquecimento global.
Em outro insight se coloca Nancy Pelosi, que poderia ser o elo com a Igreja Católica. Gore ainda afirma que os poucos que se contrapõem ao aquecimento global seriam os mesmos que crêem "que o homem não pisou na lua" ou "que a terra é plana".
Já se percebe claramente os contornos religiosos e filosóficos ao redor desta questão. O domingo vem aí.
Fonte - The Guardian
NOTA Minuto Profético: Em primeiro lugar, seria interessante saber quem financiará essa campanha liderada pelo profeta do ECOmenismo (siga o rastro do dinheiro e acabará descobrindo os verdadeiros interesses). Também relevante é saber que a campanha pretende mobilizar a opinião pública para então, pressionar os políticos, o que acaba sendo uma estratégia profeticamente reveladora: "Mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo". O Grande Conflito, p. 592. Finalmente, a participação de "aliados improváveis", como Pat Robertson (Coalizão Cristã), nos anúncios que serão veiculados na Tv, demonstra que conservadores e liberais (republicanos e democratas) já encontraram um ponto de convergência: a "crise" do aquecimento global (claro que os conservadores aproveitarão a grande oportunidade para sustentar a importância nacional do descanso dominical, algo que também agradará muito aos pagãos adoradores de Terra-Gaia que estão por trás do ECOmenismo - afinal, nas antigas religiões pagãs o domingo era dedicado à adoração do sol).
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Celebridade de Hollywood reforça o ECOmenismo

segunda-feira, 4 de maio de 2015
2015 é o ano do ECOmenismo
Influência crescenteQuando os delegados se reunirem em dezembro em Paris para negociar um acordo internacional de combate a mudanças climáticas, Ban Ki-Moon, secretário-geral das Nações Unidas, espera contar com um poderoso aliado: o papa. Ban Ki-Moon estava entre políticos, cientistas e líderes de várias religiões que se reuniram em 28 de abril em uma casa do século 16, no Vaticano, para discutir os aspectos morais do aquecimento global e desenvolvimento sustentável. O encontro inédito ocorreu enquanto o papa Francisco prepara uma carta encíclica aos bispos sobre as alterações climáticas, a ser lançada neste verão boreal. A encíclica “terá um profundo impacto sobre as negociações relacionadas a mudanças climáticas”, declarou Ban Ki-Moon a jornalistas após breve audiência com o papa, destacando que o papa Francisco abordará também a Assembleia Geral da ONU, em 25 de setembro. As mudanças climáticas já estão ocorrendo, alertou Ban Ki-Moon, e o mundo está correndo contra o tempo para afastar impactos graves e irreversíveis do aquecimento - opinião compartilhada pelos cientistas que participaram do encontro.
Muitos pesquisadores na reunião ansiavam considerar as mudanças climáticas sob uma perspectiva diferente: a de líderes religiosos que falam sobre o aquecimento global e seus efeitos com autoridade moral. Esses líderes podem atingir um público enorme, avalia Partha Dasgupta, economista da Universidade de Cambridge, Reino Unido, e um dos organizadores da reunião. “Como acadêmicos, podemos ter alunos de pós-graduação, mas não temos um rebanho”, pondera ele. “Os líderes religiosos têm um rebanho.”
Os participantes da reunião foram convidados a assinar uma declaração elaborada por um pequeno grupo de cientistas e pelo bispo Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler da Pontifícia Academia das Ciências, assessor do papa Francisco sobre assuntos científicos e co-patrocinador da reunião. A declaração diz que a mudança climática induzida pelo homem é “uma realidade científica”, e que a humanidade tem “o imperativo moral e religioso” de mitigá-la. Ele também argumenta que os políticos têm uma responsabilidade especial para garantir o sucesso das negociações de Paris sobre o clima e proteger os pobres e vulneráveis.
“Proteger a humanidade é proteger a criação, e para proteger a criação deve-se proteger a humanidade”, disse Metropolitan Emmanuel, bispo da igreja ortodoxa grega francesa, na reunião. Din Syamsuddin, líder espiritual muçulmano da Indonésia, afirma considerar necessário que sua religião se desloque de uma perspectiva teológica conservadora sobre o meio ambiente para uma posição mais progressiva. Segundo ele, a primeira vê a natureza como um objeto, [visão] que pode levar à sua espoliação.
O encontro também suscitou controvérsia. O Instituto Heartland, think tank liberal em Chicago, Illinois, organizou uma reunião rival em hotel fora dos muros do Vaticano. O grupo quer dissuadir Francisco “de emprestar a sua autoridade moral para a agenda politizada e não científica das Nações Unidas sobre o clima”, de acordo com o material de divulgação do encontro.
(Scientific American Brasil, via Nature, 30 de abril de 2015)
Nota Michelson Borges: Para reforçar a campanha em favor do meio ambiente, ganha repercussão o argumento de que combater o aquecimento global é, também, uma questão moral e religiosa. Alguém ainda duvida de que a bandeira ecológica tem enorme poder de “cola” capaz de unir religiosos, políticos e cientistas – um verdadeiro ECOmenismo? Assista ao vídeo abaixo para entender as possíveis implicações proféticas desse cenário.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Bancos têm que apoiar "valores da família"
Em discurso pronunciado em evento hoje em Londres, Brown disse que a melhora do sistema bancário global é sua prioridade.
"Em nossas famílias, criamos nossos filhos para que trabalhem duro", ressaltou o premiê, dois dias antes de ser o anfitrião da cúpula do G20, que será realizada na quinta-feira (2), em Londres.
Brown ressaltou que as famílias não recompensam seus filhos com "riscos que possam colocar em risco a eles e a outros, e não lhes encorajamos a conseguir uma gratificação a curto prazo".
"A pequena empresa britânica, os gerentes e donos não preparam seu pessoal para investir de forma temerária", acrescentou.
"As pessoas que trabalharam duro para construir sua empresa ou negócio não entendem por que uma companhia quer recompensar o fracasso, ou como algumas pessoas criaram uma grande riqueza fazendo más apostas com o dinheiro de outras pessoas."
Brown disse que é preciso defender um mercado financeiro que apoie o trabalho, a responsabilidade e a honestidade.
Fonte - Folha
Nota DDP: "Valores da família", ou do Vaticano?
É importante não cair num puro economicismo que ponha em causa os valores da família.
...
“O descanso dominical tem enormes vantagens para a manutenção da família e para o diálogo entre as pessoas e para a saúde psíquica, que tenham tempo de descanso, para o diálogo, de intercâmbio, de lazer, tempo, para não serem escravos do trabalho” – considera D. Amândio Tomás. (“Não podemos ser escravos do trabalho”)
NOTA Minuto Profético: Sou a favor da família, da solidariedade e do cuidado inteligente do meio-ambiente. No entanto, cabe a pergunta: Por que será que diversos grupos de influência estão defendendo a mesma coisa, inclusive grupos inspirados na adoração da Mãe-Terra? Acho melhor você descobrir o que é ECOmenismo antes que seja tarde demais...
Leia também: "ECOmenismo: você também está sendo envolvido!"
"O Vaticano e a Hora da Terra".
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Fé no clima: o ECOmenismo ganha força
Todos pela TerraÀ primeira vista, a diversidade de participantes faz até a gente pensar naquelas piadas clássicas (“um padre, um rabino e um pastor evangélico entram num boteco e...”), mas a conversa é séria. Nesta terça, dia 25 de agosto, um grupo variado e bastante representativo de lideranças religiosas do Brasil e do exterior vai se reunir no Rio de Janeiro para manifestar o apoio de suas denominações à luta contra as mudanças climáticas causadas pela ação humana. Estou falando do Encontro Internacional Fé no Clima, organizado pelo Iser (Instituto de Estudos da Religião), em parceria com o GIP (Gestão de Interesse Público). Como os leitores mais assíduos deste blog devem imaginar, a ação conjunta inter-religiosa se inspira no exemplo da encíclica Laudato Si, uma espécie de chamado às armas do papa Francisco para evitar os piores efeitos da mudança climática, e tem a intenção de influenciar os debates da Conferência do Clima da ONU em Paris, que acontece no fim deste ano.
Os 12 participantes devem falar tanto da visão que suas tradições religiosas possuem sobre a necessidade de respeitar o ambiente quanto das ações concretas que suas comunidades estão tomando em relação aos problemas ambientais. No fim das contas, deverão assinar um documento de consenso, a Declaração Fé no Clima, que será encaminhada ao governo federal.
Confira a lista de participantes: André Trigueiro (espírita e jornalista), Ariovaldo Ramos (pastor evangélico), Mãe Beata de Yemanjá (Iyalorixá do Ilê Omi Ojuarô), Dolores (Inkaruna) Ayay Chilón, professor de Quechua, da tradição Andina, Mãe Flávia Pinto (umbandista), Rv. Fletcher Harper (pastor episcopal norte americano), Pe. Josafá Carlos de Siqueira S.J (Igreja Católica), Kola Abimbola (Babalorixá Yorubá e acadêmico nigeriano), Léo Yawabane (tradição indígena Huni Kuin, do Acre), Lama Padma Samten (monje budista), Rabino Nilton Bonder (tradição judaica) e Timóteo Carriker (pastor presbiteriano).
Espero voltar a esse assunto em breve, até porque algumas das visões expressas pelo papa Francisco em sua encíclica ambiental chegam perto de ser revolucionárias. De qualquer modo, conseguir juntar tantas crenças juntas em favor de um objetivo no qual a ética e o conhecimento científico caminham lado a lado já merece comemoração.
(Reinaldo José Lopes, Folha de S. Paulo)
Nota Criacionismo: Você ainda duvida do poder de coesão que a bandeira ecológica tem e da crescente influência do papa como líder incontestável desse movimento que transpõe os limites religiosos e arranca suspiros de admiração até dos jornalistas? Cinco anos atrás, concedi entrevista ao jornalista Reinaldo (autor do texto acima), na qual expus minha opinião sobre o ECOmenismo (confira aqui).
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Conselho Mundial de Igrejas promove o ECOmenismo
No final do evento, foi apresentada uma declaração ecumênica, na qual organizações e personalidades cristãs insistem na função positiva que as religiões e a espiritualidade podem desempenhar para obter uma coexistência mais harmoniosa entre a humanidade e a natureza.
"As mudanças climáticas são o produto de uma mentalidade humana que considera a natureza como objeto de dominação, exploração e manipulação, e o ser humano como dono e medida" – lê-se na declaração.
Os signatários reconhecem "que uma interpretação da tradição judaico-cristã contribuiu na história a fomentar este tipo de antropocentrismo e a exploração indiscriminada da natureza, mal interpretando a responsabilidade de cuidar da criação, a pedido de seu Criador".
A declaração ecumênica pede uma nova espiritualidade de coexistência respeitosa, que se forje em um diálogo entre os povos da Terra.
A coalizão organizou painéis sobre as religiões – especialmente o Cristianismo – e as mudanças climáticas, assim como a apresentação de publicações recentes sobre o tema.
Para o encarregado do Conselho Mundial de Igrejas sobre Mudanças Climáticas, Dr. Guillermo Kerber, a Conferência dos Povos ofereceu a oportunidade de escutar quem serão os mais afetados pelo clima.
A finalidade do evento, convocado pelo Presidente boliviano, Evo Morales, foi unir os defensores da natureza, analisar as causas estruturais que provocam as mudanças climáticas e elaborar propostas e medidas em favor da vida e da sobrevivência da Mãe Terra.
Fonte: Rádio Vaticano
NOTA Minuto Profético: A linguagem usada ("Mãe Terra") evidencia a inspiração deste movimento ECOmênico: paganismo. Que os cristãos devem cuidar da natureza é óbvio, mas não para promover conceitos pagãos de adoração à criatura em lugar do Criador. O objetivo do ECOmenismo, além de político e econômico, é também religioso: adoração à Gaia e anulação da Lei de Deus através da exaltação do domingo (dia que o homem santificou no lugar do sábado bíblico)...
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
O Conselho Mundial de Igrejas apoia o ECOmenismo
As negociações para o novo protocolo de combate às alterações climáticas deverão terminar no final de 2009, tendo como objectivo central uma redução de 25 a 40% das emissões de gases até 2020 e de 50% até 2050.
"Nas nossas tradições, acreditamos que a Terra nos foi confiada, mas não podemos fazer tudo o que queremos. Devemos ter bem presente que a nossa liberdade não nos autoriza a destruir aquilo que mantém a vida no Planeta", lê-se na mensagem do Conselho ecuménico.
As Igrejas cristãs de todo o mundo esperam que a sociedade mude para modelos baseados nos princípios de "igualdade, justiça, ética, solidariedade, desenvolvimento humano e preservação ambiental".
Fonte: Ecclesia
NOTA: A religião e o ECOmenismo estão convergindo para o mesmo ponto. Tudo indica que daí surgirá a Babilônia do Apocalipse e a exaltação de um dia falso de adoração (domingo).
Fonte - Minuto Profético
Nota DDP:
Não se pode esquecer, mais uma vez, recente pronunciamento do Vaticano neste particular, ressaltando que É bom e ecológico descansar ao domingo além da necessidade de se promover uma aliança entre ser humano e meio ambiente.
Outro aspecto relevante deste enfoque é que, muito embora o CMI seja claramente orientado por diretrizes católicas, a ICAR dele não faz parte. Interessante, não?
terça-feira, 14 de agosto de 2007
O cenário para a batalha final está sendo montado

O cenário para que essa iminente batalha aconteça está sendo montado diante de nossos olhos. O último ato na preparação desse cenário aconteceu com lançamento do documentário "The 11th Hour". Explorando mais uma vez o tema "mudanças climáticas", o documentário "não discute se o aquecimento global existe ou se as atitudes do homem prejudicam a Terra: ele mostra quando vai acontecer".
Escolhido como "garoto propaganda" para o lançamento, Leonardo DiCaprio foi enfático: "Nosso planeta é que necessita de toda a publicidade." Já Nadia Conners, uma das irmãs que dirigiu as filmagens, acrescentou: "O planeta precisa ter seus direitos". (Interessante que o título do documentário contém o número 11, que de acordo com os ocultistas é o número da Era de Aquário).
Em análise anterior (aqui e aqui), já demonstramos como esse ECOmenismo é alimentado por conceitos pagãos, como por exemplo, o da adoração da Mãe-Terra (deusa Gaia). Ainda mais curioso é que, em Homero (poeta grego), Gaia "é evocada em juramentos, juntamente com o sol (Hélios)". (Manfred Lurker, Dicionário dos Deuses e Demônios, verbete GAIA, Editora Martins Fontes). Será que alguém ainda tem dúvidas de que a ligação Gaia-Hélios pode inspirar a ligação ECOmenismo-Guarda do domingo?
E se é o cinema a maneira mais eficiente de condicionar a mente da população e forjar um consenso coletivo em torno de qualquer "causa", ninguém deveria ficar surpreso com a mensagem por trás da comédia mais cara já produzida por Hollywood - "A Volta do Todo Poderoso". O ator Steve Carell interpreta o personagem Evan Baxter, um político que recebe a missão diretamente de Deus de construir uma arca para salvar o planeta de uma futura catástrofe. Essa união de política e religião que a comédia explicitamente sugere a fim de salvar o planeta, é mais um passo dado, de forma clara e consciente, em direção a crise final. Que ninguém se assuste, portanto, quando os políticos dos EUA decidirem lançar o descanso dominical como "ferramenta" necessária para salvar o planeta!
"E então o grande enganador persuadirá os homens de que os que servem a Deus [os defensores da liberdade religiosa e os guardadores do sábado] estão motivando esses males... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta." (O Grande Conflito, p. 590)
Fonte - Minuto Profético
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Aquecimento Global é a maior fraude da história
Extremistas ambientais, notáveis políticos entre eles, agruparam-se com filme, mídia e outros jornalistas ambientalistas de esquerda para criar esse cenário ‘científico’ selvagem da civilização, ameaçando as conseqüências do Aquecimento Global a menos que adiramos à sua agenda radical."
quarta-feira, 23 de março de 2011
Igreja Católica entra com tudo no ECOmenismo
Os últimos 20 anos de loucura no mundo e no planeta Terra estão cobrando seu preço. Basta citar a tragédia no início do ano no Rio de Janeiro, os alagamentos crescentes em São Paulo capital, a tragédia em São Lourenço, Rio Grande do Sul, o tsunami e o terremoto no Japão com a desestabilização das usinas nucleares. Milhares de desabrigados, mortes, prejuízos materiais, dor, tristeza, sofrimento. E dúvidas e perguntas sobre o futuro do planeta e da humanidade. Parece que os terremotos e a água começaram a entrar nas nossas casas e mentes. Todo dia e o dia todo, na televisão, jornais, internet, nas casas, escolas, ambiente de trabalho, a preocupação cresce. É preciso, porém, olhar mais longe e fundo, ir às causas e à raiz dos problemas e acontecimentos, para poder ver futuro e esperança. É o que faz a Campanha da Fraternidade/2011 [da Igreja Católica], com o tema “Fraternidade e a vida no planeta” e o lema “A criação geme em dores de parto” (Rm 8, 22).O texto-base da Campanha da Fraternidade alerta para “a vida e suas dores no contexto do aquecimento global”. Em “da ética e do egotismo à ética do cuidado”, reflete: “A publicação do 4º relatório do IPCC contribuiu para a tomada de consciência de que o atual aquecimento global e as mudanças climáticas em curso não são apenas ‘um desastre natural, foram causados por homens’, ao desenvolverem um sistema econômico que agride a vida no e do planeta, e ‘já sacrificou muitas vidas, espécies e ecossistemas. O caminho tende à catástrofe planetária, e podemos ir ao encontro do destino dos dinossauros’. Dessa maneira, a atual crise ecológica coloca os propositores e mantenedores deste sistema em xeque. Trata-se de um sistema que exilou a ética da responsabilidade e do cuidado do âmbito de várias dimensões da vida, e fez que a estruturação e justificação de tudo que constitui o arcabouço de civilização atual tenha como âncora o imperativo do lucro e coloque as ciências e a própria vida a seu serviço.”
Os recentes acontecimentos alertaram todos, todas e o mundo. Há urgência de ações, em nível micro e macro, individuais e coletivas, governos e sociedade. O objetivo geral da Campanha da Fraternidade é: “Contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”. E lembra São Francisco: “Resgatar São Francisco neste contexto de nossas relações com as criaturas da natureza significa valorizar suas atitudes. Primeiramente, a pobreza, que neste santo significou a não posse, reverteu-se em redenção para as criaturas, e lhe possibilitou pelo olhar contemplativo alcançar o que eram realmente, a ponto de as chamar de irmãs e irmãos. A razão é simples. Em última análise, este olhar purificado de poder e lucro revela que as criaturas são dom de Deus e também portam sinais do Criador.”
O tempo chegou, e é urgente. É como a criança que, depois de nove meses, não pode mais esperar para ver a luz do sol e partilhar a alegria de viver. As dores da mãe são muitas e fortes. Mas a esperança no ventre é maior que qualquer sofrimento. É preciso nascer, é preciso dar à luz. Assim como ele ou ela enfeitam a manhã e a vida do pai e da mãe, dão-lhe novo sentido, fazem crescer a partilha e o amor, um novo projeto de desenvolvimento, um novo modelo de sociedade, baseados numa economia solidária e em valores diferentes dos valores do capitalismo neoliberal, são necessários, imprescindíveis. Não há mais como esperar, diz a Campanha da Fraternidade. É preciso engajamento, vontade política, mobilização social, conscientização para construir o amanhã baseado no bem viver e na solidariedade. Senão as tragédias continuarão caindo sobre nossas cabeças, tirando vidas, ameaçando a humanidade e destruindo o futuro.
As dores de parto não permitem mais esperar e adiar uma nova vida que teima em nascer.
(Selvino Heck, assessor especial da Secretaria Geral da Presidência da República, Jornal do Brasil)
Nota Michelson Borges: Faz tempo que os líderes católicos apregoam um futuro construído pela solidariedade (desde os meus tempos de católico eu ouço isso). O discurso é bonito e empolga, mas é falho. Infelizmente, este mundo caminha inexoravelmente para a destruição. Podemos apenas amenizar o problema com nosso cristianismo responsável e prático, com nosso conceito de “mordomia cristã”, mas a solução final e definitiva virá de Deus por ocasião da volta de Jesus. Volte ao texto acima, escrito por um representante do governo (o que indica o apoio do Estado à igreja, numa união já prevista e que se aprofundará), e releia os trechos que grifei. Depois clique aqui e analise a lógica e as propostas dos defensores do ECOmenismo para “salvar o planeta”. Todos querem a mesma coisa. E querem com a urgência que surge do medo insuflado nas massas. É como diz Ellen White: os últimos acontecimentos serão rápidos.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Aquecimento global: um escândalo científico
Garoto-propaganda do ECOmenismoNovos dados sugerem que o “desaparecimento” do gelo polar não seja resultado de aquecimento global galopante
Quando as gerações futuras olharem para trás, para o alarme do aquecimento global nos últimos 30 anos, nada vai chocá-las mais do que a constatação de que os registos oficiais de temperatura – nos quais todo o pânico se apoiava em última instância – foram sistematicamente “ajustados” para mostrar a Terra como tendo aquecido muito mais do que os dados reais comprovavam. Há duas semanas, sob o título “Como estamos sendo enganados com dados errados sobre o aquecimento global”, escrevi sobre Paul Homewood que, em seu blog “Not a lot of people know that”, tinha contrastado os gráficos de temperatura publicados por três estações meteorológicas no Paraguai com as temperaturas que haviam sido originalmente registradas. Em cada exemplo, a tendência atual de 60 anos de dados tinha sido dramaticamente invertida, de modo que uma tendência de arrefecimento foi alterada para uma que apresentou um aquecimento significativo.
Esse foi apenas o último de muitos exemplos de uma prática há muito reconhecida por especialistas observadores ao redor do mundo – o que levanta um ponto de interrogação cada vez maior sobre todo o registro oficial de temperatura de superfície.
Após o meu último artigo, Homewood verificou o resgistro de outras estações meteorológicas da América do Sul em torno das três originais. Em cada caso, ele encontrou as mesmas suspeitas de “ajuste” em sentido único. Primeiro esses foram feitos pela Global Historical Climate Network (GHCN) do governo dos EUA. Foram depois amplificados por dois dos principais registros oficiais de superfície, do Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS) e do Centro Nacional de Dados Climáticos (NCDC), que usam as tendências de aquecimento para estimar as temperaturas ao longo das vastas regiões da terra onde não há medições. Contudo, estes são os registros de que cientistas e políticos dependem para a sua crença no “aquecimento global”.
Homewood voltou agora sua atenção para as estações meteorológicas em grande parte do Ártico, entre o Canadá (51 graus Oeste) e o coração da Sibéria (87 graus Este). Mais uma vez, em quase todos os casos, os mesmos ajustes de sentido único foram feitos, para mostrar aquecimentos de 1 grau Celsius ou mais elevado do que foi indicado pelos dados que foram registrados. Isso surpreendeu nada menos do que Traust Jonsson, que esteve muito tempo como responsável de pesquisa do clima no gabinete de meteorologia da Islândia (e com quem Homewood tem estado em contacto). Jonsson ficou espantado ao ver como a nova versão “faz desaparecer” completamente os “anos de gelo do mar” da Islândia, por volta de 1970, quando um período de arrefecimento extremo quase devastou a economia de seu país.
Um dos primeiros exemplos desses “ajustes” foi exposto em 2007 pelo estatístico Steve McIntyre, quando descobriu um artigo publicado em 1987 por James Hansen, o cientista (mais tarde virou fanático ativista do clima) que por muitos anos liderou o GISS. O gráfico original de Hansen mostrou as temperaturas no Ártico como tendo sido bem mais altas por volta de 1940 do que em qualquer momento desde então. Mas, como Homewood revela em seu post “Ajustes de temperatura transformam a história do Ártico”, o GISS virou isso ao contrário. As temperaturas do Ártico a partir desse momento foram tão abaixadas que já estão diminuídas pelas dos últimos 20 anos.
O interesse de Homewood no Ártico acontece, em parte, porque o “desaparecimento” de seu gelo polar (e dos ursos polares) tornou-se como um “garoto-propaganda” para aqueles que tentam nos convencer de que somos ameaçados pelo aquecimento galopante. Mas ele escolheu esse trecho específico do Ártico porque é onde o gelo é afetado por água mais quente trazida por mudanças cíclicas numa grande corrente atlântica - esta última atingiu o pico há 75 anos, quando o gelo ártico recuou ainda mais do que tem feito recentemente. O derretimento do gelo não é de todo causado pelo aumento das temperaturas globais.
De muito mais sério significado, porém, é a maneira como essa manipulação geral do registro oficial de temperatura - por razões que o GHCN e o GISS nunca explicaram plausivelmente - se tornou o verdadeiro elefante na sala do maior e mais caro alarme que o mundo conheceu. Isso realmente começa a parecer como um dos maiores escândalos científicos de todos os tempos.
(The Telegraph; tradução de Filipe Reis)
Nota Criacionismo: Quero repetir aqui algo que nunca é demais deixar claro: não nego que possa estar havendo algum tipo de aquecimento global. O que questiono (e não sou o único) é se o ser humano seria o fator primordial (o principal culpado) nesse processo. Se a culpa for nossa, devemos aceitar qualquer imposição que nos for feita para amenizar as consequências do estrago que estamos fazendo. É verdade que muitas das propostas para reduzir ou frear o aquecimento (independentemente de sermos ou não capazes de fazer isso) são boas, como é o caso da redução da emissão de gases poluentes. Mas há, também, outros interesses (os quais têm sido chamados de ECOmenismo) que poderão tolher a liberdade de pessoas que nada têm que ver com essa história toda. Se tiver interesse em conhecer um ponto de vista sobre esse assunto, assista ao vídeo abaixo.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
VEJA mostra o outro lado do ECOmenismo
Em que planeta vivemos? Se for no planeta Al Gore, estamos em apuros. Um brasileiro que nasça hoje chegará à idade adulta em um mundo hostil e diferente, no qual restarão raros ursos-polares fora do zoológico e se poderá navegar pelas ruas do Recife, submersas pela elevação do nível do mar. Seus netos viverão num ambiente pestilento, com surtos de malária, dengue e febre amarela decorrentes do clima mais quente. Na Amazônia, com temperaturas 8 graus mais altas que as atuais, a floresta se transformaria em cerrado e estaria sujeita a incêndios de dimensôes bíblicas. O que se chama aqui de planeta Al Gore é aquele que o político americano descreveu em seu documentário Uma Verdade Inconveniente, cuja dramaticidade lhe rendeu dois dos prêmios mais cobiçados que existem. O primeiro foi o Oscar, entregue em fevereiro. O segundo é o Nobel da Paz de 2007, que ele receberá no dia 10 de dezembro em Oslo, ao lado do indiano Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC). Mas será que a Terra só tem como futuro se transformar no planeta Al Gore? Talvez não.Um grupo de cientistas, reduzido em número mas respeitável e influente, discorda da idéia central de Al Gore e do painel da ONU, que, de resto, se tornou a maior religião urbana de alcance planetário de que se tem notícia. Esses dissidentes do clima são chamados genericamente de "céticos". Uma demonstração de que os terráqueos ainda não chegaram ao consenso definitivo de que a Terra vai acabar nos moldes propostos por Al Gore é a enorme repercussão do recém-lançado Cool It, cujo subtítulo é O Guia do Ambientalista Cético para o Aquecimento Global. O autor do best-seller, o estatístico dinamarquês Bjorn Lomborg, foi eleito pela revista Time uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.
As divergências entre ambientalistas ortodoxos e céticos podem ser sumariadas em quatro questões:
A primeira diz respeito à responsabilidade humana no aquecimento global. O IPCC afirma que a causa principal é a emissão de dióxido de carbono (CO2) e outros gases resultantes da queima de combustíveis fósseis, que, lançados na atmosfera, aumentam o efeito estufa. Os céticos consideram que só parte do aquecimento global pode ser atribuída à ação humana. A quantidade de CO2 enviada à atmosfera pelas florestas em decomposição e pelos oceanos também contribui. A Terra passou por outros períodos de aquecimento antes da Era Industrial, e não se conhecem com certeza os agentes que os provocaram.
A segunda versa sobre se é possível amenizar o aquecimento e como isso deveria ser feito. O IPCC diz que o primeiro passo é reduzir as emissões de CO2 para a atmosfera. A seguir, é preciso aumentar a eficiência no uso de energia para queimar menos combustíveis fósseis. Os céticos argumentam que não há como frear o processo de aquecimento global nas próximas décadas. A melhor solução é investir em pesquisas para baratear energias alternativas e, no futuro, tornar a humanidade menos dependente de petróleo.
A terceira é: dentro de quanto tempo os efeitos do aquecimento começarão a ser sentidos? O IPCC diz que os primeiros sinais já estão presentes no aumento de enchentes, secas prolongadas e maior freqüência de grandes furacões. Os céticos estimam que os primeiros efeitos só serão perceptíveis dentro de 50 a 100 anos.
A quarta: qual é a severidade desses efeitos? O IPCC acha que as catástrofes naturais serão freqüentes e devastadoras. Para os céticos, os desastres serão poucos. Não será difícil para o homem se adaptar a essas alterações do clima...
Ao se tornar uma doutrina, a luta contra o aquecimento global também se tornou um instrumento nas mãos dos políticos. "Muitos deles, para conquistar a aprovação popular, fazem promessas de reduzir as emissões de gases tóxicos em seus países mesmo sabendo que será impossível cumprí-las", disse a VEJA outro cético proeminente, o economista Deepak Lal, da Universidade da Califórnia. É irônico que o ambientalismo, enquanto instrumento político, seja hoje associado ao pensamento de esquerda. No passado, era o contrário. Os comunistas, donos das fábricas mais poluentes do mundo, consideravam a preocupação com o ambiente mero capricho burguês. Só depois que o comunismo virou poeira, com a queda do Muro de Berlim, os órfãos do marxismo viram na defesa do ambiente uma forma de desafiar o capitalismo. O risco do dogmatismo no combate ao aquecimento global é o de retirar as questões do verdadeiro domínio a que pertencem - o debate científico...
Fonte: VEJA, 24 de outubro de 2007
NOTA: A matéria de VEJA teve o mérito de mostrar a realidade dos fatos: que o combate ao aquecimento global se tornou "a maior religião urbana de alcance planetário de que se tem notícia". Faltou só dar nome à fera: ECOmenismo. Principalmente, porque além de interesses políticos, esse movimento global esconde em si interesses religiosos que em breve se tornarão públicos: a promoção do descanso dominical obrigatório - a menina dos olhos do Vaticano e da direita cristã americana. Quem viver verá...
Fonte - Minuto Profético
quinta-feira, 26 de março de 2009
O ECOmenismo e a "Hora da Terra"
Temos uma pergunta de fundamental importância: Está a WWF acima de qualquer suspeita? Tem gente que entende que não, citarei uma (os destaques são sempre meus):
ESTABLISHMENT. As ONGs não nascem da simples explosão de rebeldia civil. Mesmo que algumas das mais célebres se enquadrem nessa descrição, suas origens são as mais diversas, refletindo justamente a complexidade sociopolítica da grande nação globalizada. Enquanto o Greenpeace, por exemplo, surgiu de uma experiência pacífica de ecoterrorismo, a WWF foi idealizada pelo biólogo inglês Julian Huxley, prêmio Nobel e irmão do escritor Aldous, e seus primeiros membros pertenciam à fina nata da elite acadêmica. Outro peso pesado, o Human Rights Watch, é produto da Guerra Fria: antes de abraçar os direitos humanos de maneira universal, sua missão limitava-se à defesa dos dissidentes do bloco comunista.
Embora tenham origens tão diversas, compondo um mosaico tão caótico de interesses, seus métodos de ação caminham para uma espécie de convergência multifacetada. O crescimento e a interdependência que hoje caracterizam o terceiro setor surpreendem até os seus primeiros idealizadores, como admitiu à Primeira Leitura René Parmentier, diretor de assuntos políticos do Greenpeace e um de seus fundadores. O ecologista, porém, considera que a rebeldia ainda é o motor da organização.
Algumas táticas tiveram de mudar porque, segundo Parmentier, “o mundo também muda.
A mídia, por exemplo, elemento indispensável nas primeiras campanhas do Greenpeace, não tem o mesmo apelo e poder que há duas décadas; seu alcance é muito mais pulverizado”. O foco, hoje, também é outro. Se, até meados dos anos 90, a preocupação era despertar a consciência do cidadão anestesiado, agora a luta é por organizar os cidadãos já despertos para exercer a maior pressão possível em prol das causas em pauta.
O sucesso dessa ideologia desideologizada, no entanto, não pode se confundir com as mistificações que a acompanham, assim como também não é suficiente para superar as contradições que se avolumam. As ONGs, afinal, são atores políticos como quaisquer outros grupos de interesse que mobilizam meios e opinião públicos por uma causa particular. Não é o caso de idealizá-las nem demonizá-las. Mas é preciso ter em mente que, hoje, agir em nome do interesse da sociedade ou da humanidade, ou pela democracia ou pelo desenvolvimento, não lhes confere legitimidade automática. Quem sabe ainda façam pelo homem o que já fizeram pelos macacos. É a esperança, já que os governos... (Eduardo Simantob é jornalista e colaborador da Folha de S.Paulo e da revista Primeira Leitura em Zurique)
Só para constar, não que tenha direta influência ou lhe traga imediata desqualificação, o Sr. Huxley é um dos formadores da síntese evolutiva moderna, o que nos leva à pensar sob qual influência este humanista sempre labutou. Arrisco dizer que não foi sob a guia de Deus. Vejam que interessante pérola do criador da WWF:
"... pegar as técnicas de persuasão e de informações e verdadeira propaganda que aprendemos a aplicar nacionalmente na guerra, e deliberadamente moldá-las para as tarefas da paz internacional, se necessário utilizando-as - como Lenin visualizou - para 'dobrar a resistência de milhões' às mudanças desejadas. A tarefa que está diante da UNESCO... é simples. A tarefa é ajudar o aparecimento de uma única cultura mundial..."
"... no momento, duas filosofias opostas de vida estão se confrontando... Você pode categorizar as duas filosofias como dois supernacionalismos, ou como individualismo versus coletivismo... ou como capitalismo versus comunismo, ou como cristianismo versus marxismo. Podem esses opostos serem reconciliados, pode essa antítese ser resolvida em uma síntese mais elevada? Acredito que não somente isso pode acontecer, mas que, por meio da inexorável dialética da evolução, isso precisa acontecer..." (Julian Huxley, UNESCO: Its purpose and Its Philosophy (Washington DC: Public Affairs Press, 1947), pg 61. Fonte - Crossroad)
Seria uma teoria da conspiração deste espaço e dos demais que levantaram suspeitas sobre a chamada "Hora da Terra"? Penso que não, aliás depois de pesquisar um pouco sobre o tema, tenho absoluta certeza que não. Só para fechar o posicionamento deste blog em se ter prudência com as iniciativas da WWF, há de ser pontuado ainda que o seu criador era um declarado eugenista. Decreto dominical e seus efeitos são factíveis para um organismo idealizado por alguém com este tipo de ideologia?
Mais detalhes sobre a WWF, se estes não forem suficientes, aqui.
Por outro lado, não há consenso nenhum nesta questão do aquecimento global, como a mídia secular tem até noticiado, embora o faça com menos alarde, ao revés de quando a questão é a favor do movimento que está varrendo o planeta, o ECOmenismo, termo muito bem cunhado pelo Pr. Sérgio Santeli no Blog Minuto Profético. Aliás, existe um movimento contrário ao propalado "Hora da Terra". Alguém o viu senão em links bem discretos?
Não bastassem todas estas questões supra levantadas, tem ainda a ser considerado o endosso da ONU ao movimento, através de seu Secretário Geral. Sobre qual a posição da ONU no desenvolvimento da agenda contrária aos interesses de Deus seria desperdício de tempo e espaço ora se ocupar. Mas a pergunta da BBC é bem propícia:
De que lado você vai ficar?
Sugiro guardar a consciência duas vezes: Faça seu papel na manutenção da Criação de Deus, mas não se perca na propaganda do inimigo dEle.